3 de outubro de 2017

Curiosidades

 E hoje, depois de tirar uma foto para dar os bons dias on line, deu-me uma certa curiosidade...


Embora a frase que sempre tenho ouvido é "Não bate a bota com a perdigota", procurei informação para tentar saber a origem desta expressão tão peculiar e que se usa normalmente quando se está perante alguma suspeita, quando duas situações ou narrativas não batem certo.
 
A informação é escassa mas, pelo que me pude aperceber, originalmente a frase era diferente. Assim, teríamos: "Não bate a cota com a perdigota" sendo que cota se refere à mira da espingarda de caça e perdigota, à perdiz ainda jovem. Por razões de semelhante fonética a expressão evoluiu para aquela que tão bem conhecemos hoje.
 
Uma pequena curiosidade, apenas para começar o dia. Fiquem bem.
 
 
 
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22 de setembro de 2017

Lá vem o outono...

 
Os dias mais curtos, a luz mais suave, o casaco de malha que apetece. Chega devagarinho para nos aconchegar.



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17 de setembro de 2017

A felicidade pode ser simbolizada por uma andorinha. Um desejo, uma esperança, um acreditar.
 


Que o amor esteja sempre presente, nesta jornada que agora se inicia. Muitas felicidades, J. e L.




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14 de setembro de 2017

Semifrio de maracujá

Nesta altura do ano ainda apetece doces bem fresquinhos e a receita de hoje pode até ir ao congelador antes de servir.



1 pacote de bolacha Maria
manteiga
2 pacotes de natas (= 400 ml)
5 folhas de gelatina incolor
1 lata de leite condensado
1 lata de polpa de maracujá (565 gr. peso escorrido)

Faz-se uma base da maneira habitual, com a bolacha Maria triturada e manteiga. Coloca-se na forma de fundo amovível e leva-se ao frigorífico para refrescar.

Eu gosto de ver o interior do semifrio liso e as sementes do maracujá na cobertura. Para isso será necessário separá-las. Como tenho que ter um quarto do conteúdo da lata para a cobertura, aproveito e separo usando um coador de chá.
 
Faz-se o recheio: batem-se as natas bem firmes, junta-se o leite condensado e os tais 3 quartos da polpa de maracujá, onde já se dissolveram 3 folhas de gelatina previamente hidratadas.
Vai ao frigorífico para solidificar um pouco. Entretanto, hidratam-se 2 folhas de gelatina e dissolvem-se na restante polpa de maracujá que se havia previamente reservado com as sementes.
 
Deixar "prender" um pouco e colocar cuidadosamente por cima do semifrio.
 
Como de costume, desenformar apenas no dia seguinte e servir bem fresco.
Bom apetite.



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12 de setembro de 2017

Um lugar especial

Existem sítios únicos e perspectivas diferentes. Hoje gostaria de vos mostrar um lugar do qual muitos já viram imagens, mas a partir de um outro ângulo.
 
A Tapada Grande é um pequeno paraíso situado na Mina de S. Domingos, concelho de Mértola. Numa das extremidades foi desenvolvida a Praia da Albufeira, uma praia fluvial muito frequentada no verão por gentes locais e pessoas vindas de fora. Mas se nos afastarmos da zona com mais movimentação, o que é que encontramos? Uma paisagem simplesmente deslumbrante! Uma calma e um silêncio que nos permite apreciar o quanto a natureza é bela e nos transmite aquela tranquilidade profunda.
Nem vou acrescentar mais nada, as imagens falam por si ...
 







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7 de setembro de 2017

As bonecas estão de volta

Já há algum tempo apresentei aqui umas bonecas fofas que havia desenhado. Na altura fiquei com vontade de fazer mais e foi o que aconteceu entretanto.
Para já tenho estas disponíveis para envio e quem quiser adquirir alguma só tem que enviar mail.
 





 
Sei que sou suspeita para falar, mas quando olho para elas acho-as tão fofas que se fosse criança iria querer uma para dormir agarradinha. São 40 cm de ternura para acompanhar no sono ou levar para todo o lado. Quem for crescido e tiver uma criança no seu coração também irá com certeza gostar delas.
O que acham? Fico à espera da vossa opinião...



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14 de agosto de 2017

Aura Festival

Sintra recebeu mais um Aura Festival. Este evento que vai já na sua 3ª edição, contou com a participação de artistas de vários países que durante uns dias envolveram a vila numa atmosfera de luz e sons, através de instalações e vídeo mappings colocados em vários pontos, ao longo de um percurso que convidava o visitante a apreciar e até a interagir.

Ficam algumas imagens desde evento que trouxe muitos visitantes à vila e que voltará no próximo ano.









Devo dizer que gostei bastante desta edição. Não só pelas instalações em si, mas por toda a envolvência conseguida. Havia no ar o aroma bom das árvores, nas ruas o movimento tranquilo dos que passeiam ao serão e que em muitos casos se encontram de férias, uma atmosfera única como só em Sintra se consegue encontrar.
 
Um festival que tem tudo para continuar a crescer e trazer muitos visitantes a esta vila maravilhosa.




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1 de agosto de 2017

Um poema...

 
 
 
Liberdade
 
Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade.
 
Sophia de Mello Breyner Andresen



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24 de julho de 2017

Cheescake de morango

Ao tempo que não fazia um cheescake!!! Estava até com receio de não acertar no ponto! Fiz umas alteração à receita que costumo seguir, que por sua vez foi uma adaptação minha das muitas e variadas receitas que se podem usar.



Utilizei na base bolachas sem açúcar e em vez de queijo fresco usei queijo quark. As natas é que têm mesmo que ser das mais gordas, para se poderem bater.

1 pacote de bolacha Maria
manteiga
2 pacotes de natas (= 400 ml)
4 folhas de gelatina incolor
400 gr. de queijo quark
½ lata de leite condensado
⅔ pacote de gelatina de morango dissolvida em 125 ml de água
morangos para enfeitar


Faz-se uma base de tarte com as bolachas trituradas e a manteiga necessária para deixá-la na consistência certa. Esta base será colocada numa forma de bolos de fundo amovível.

Enquanto se deixa a refrescar no frigorífico, faz-se o recheio: batem-se as natas bem firmes, adiciona-se o leite condensado e o queijo quark. Por último acrescentam-se as folhas de gelatina previamente hidratadas e dissolvidas num pouco de leite (aqueci uma pequena porção de leite condensado).
Mistura-se suavemente e deita-se na forma que voltará para o frigorífico por umas duas horas.

Dissolve-se a gelatina de morango na água quente e aguarda-se até que arrefeça e "prenda" um pouco. Só nessa altura se irá deitar sobre o cheescake com muita delicadeza, para não fazer pressão nem permitir que bocados de creme se desloquem para a superfície.

Desenformar apenas no dia seguinte, para garantir que tudo ficou bem firme.

Enfeitar com morangos.

Bom apetite!
 
 
 
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21 de julho de 2017

Fiartil



A Fiartil é a feira de artesanato mais antiga de Portugal e já se encontra aberta. Até 3 de Setembro poderá visitar os seus stands, provar a gastronomia portuguesa e assistir a música variada.
 
Para se manter actualizado em relação a tudo o que acontece por lá, poderá seguir a página da feira, e preparar a sua visita.
 
No Estoril.
 
 
 
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5 de julho de 2017

Uma cor




Uma foto porque sim, porque sou super fã desta cor - turquesa - e porque me apeteceu fazer uma composição.
De há uns tempos para cá olho para todos os objectos que têm esta tonalidade com muito agrado. Até uma casinha de passarinhos pintei. Associa-se lindamente com o castanho e branco. Penso que é uma tendência actual que veio para ficar.



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26 de junho de 2017

Tarte de gelatina

Este é um clássico quando se pretende um doce fácil para agradar aos mais novos. Fresca e colorida, esta tarte requer apenas uma pré-preparação de algumas horas de antecedência, mas é um sucesso garantido. As fotos não serão as melhores, mas dá para ilustrar o pretendido.
 

 

Ingredientes:

1 pacote de bolacha Maria
2 colheres de sopa de manteiga
3 folhas de gelatina incolor
1 lata de leite condensado
3 gelatinas de cores diversas, confecionadas com um pouco menos de água para ficarem bem sólidas

Triturar as bolachas, misturar a manteiga e espalhar no fundo de uma tarteira (usei uma de fundo amovível, mas poderia usar de pirex e nesse caso serviria sem desinformar).
Levar ao forno em potência máxima durante poucos minutos, apenas para uniformizar a base. Deixar arrefecer.
Entretanto, hidratam-se as folhas de gelatina incolor em água, escorrem-se e dissolvem-se num pouco de leite condensado amornado.
Cortam-se em cubos as gelatinas e colocam-se sobre a base de bolacha (já fria). Por cima deita-se o leite condensado ao qual se adicionou a gelatina incolor.
 
E é simplesmente isto! Agora é deixar solidificar no frigorífico até à hora da refeição.
 
Bom apetite.
 
 
 
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22 de junho de 2017

Vamos dormir?


O  molde foi gentilmente cedido e eu achei piada experimentar fazer esta máscara para dormir. Sim, estou um bocado brincalhona, eu sei!



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2 de junho de 2017

True

Toda a gente sorri na mesma língua.



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30 de maio de 2017

Acima das nuvens

É sempre um prazer muito grande quando recebo uma encomenda de alguém que, já sendo minha cliente regular, me pede algo para oferecer a um recém-nascido.
 

As cores e os motivos foram de sua escolha e eu apenas posso dizer: bem vindo e que sejas sempre muito feliz, voando bem alto acima das nuvens!!!



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29 de maio de 2017

O Palácio Nacional de Sintra

Popularmente conhecido como Palácio da Vila é um dos monumentos mais visitados em Portugal. Quem chega a Sintra pela primeira  vez tem, quase que obrigatoriamente, de visitar este palácio que se encontra mesmo no centro da vila, sendo por isso muito fácil de lá chegar. As duas imponentes chaminés são o ex-libris que quase toda a gente reconhece como parte integrante da imagem de Sintra.
 
É um espaço que conheço bastante bem, embora não tenha assim tantas fotos para mostrar. Mas como o que pretendo é dar a conhecer um pouco daquilo que de melhor temos e também aguçar a curiosidade de quem está longe, aqui ficam algumas fotografias do meu arquivo.

 


 
É ou não é quase como viajar no tempo? Imagino as cortes ali instaladas, o movimento permanente dos que entram e saiem, pois para manter um edifício desta dimensão teria que haver imensas pessoas por ali.
 
E, por último, fica a imagem a partir de uma das janelas do palácio. Uma vista única, com o casario à volta e o castelo lá em cima.
 

Sobre este e outros locais de interesse histórico em Sintra, mais informações aqui.



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25 de maio de 2017

Panquecas de aveia

Há uns tempos que leio sobre as virtudes das panquecas de aveia e hoje resolvi experimentar. Com poucos ingredientes e em alguns minutos fiz três deliciosas panquecas que foram o meu pequeno-almoço.

Quando entrei na cozinha nem sabia bem o que iria preparar, mas na fruteira tinha uma última banana já bastante madura e lembrei-me logo de fazer esta experiência.
Então, passo a explicar: esmaguei a banana com um garfo, coloquei num recipiente com uma porção de aveia (assim a olho deve dar uma chávena de chá bem cheia) e um ovo. Misturei tudo muito bem até obter uma consistência pastosa e cozinhei com uma quantidade mínima de manteiga. Numa fritadeira anti-aderente é mesmo para usar um mínimo de gordura.

 
Esta massa fica completamente diferente da massa habitual de panquecas: não pode ficar líquida, tem que espalhar-se na frigideira com a ajuda da espátula de madeira. Eu optei por fazer assim, com a aveia em flocos, mas quem não gosta de sentir a textura, pode sempre colocar no copo próprio e passar com a varinha elétrica. Por fim, polvilhei com canela.


O resultado foram estas panquecas deliciosas, fofas e muito macias. Ok, eram três, mas não podia dar a receita sem provar primeiro, certo?

Simplesmente polvilhei com canela, mas já estou a imaginar o quanto ficarão boas com mel. E posso sempre incorporar na mistura sementes de linhaça ou de chia.

Ideias não faltam, agora é fazer novas experiências e ver no que dá...
 
 
 
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24 de maio de 2017

Um lugar (quase) escondido

Sintra é um daqueles locais que, por muito bem que se conheça, há-de haver sempre mais e mais a descobrir. Ou porque existem recantos fora das rotas turísticas habituais, ou porque simplesmente ficaram fechados demasiado tempo e longe dos olhares curiosos dos visitantes, muito ainda há muito por descobrir em Sintra e arredores.
 
Um desses lugares que merece ser visitado é a Quinta da Ribafria. Esta quinta é um espaço maravilhoso que conta com um solar e jardins de inegável beleza, jardins esses que desde 2015 se encontram abertos ao público.
 
Estive lá e deixo-vos algumas fotografias:
 










Não consigo descrever como é bom o aroma húmido e fresco daqueles jardins inseridos na mata e onde a natureza envolve um espaço que outrora foi vivido em pleno durante várias gerações.

Se puderem não deixem de visitar.

Mais informações



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