5 de dezembro de 2017

Bolo de Fubá

Tem um cheirinho delicioso, lembra o campo e a preguiça. Sabe tão bem acompanhado com um chá ou café bem quentinho enquanto não se pensa em mais nada. É para saborear devidamente, pois a sua textura fofa merece ser apreciada com a calma de um livro ou na companhia de uma boa conversa. 
 



 
Costumo fazer tendo como medida uma caneca média. Mas como poderia levantar dúvidas com o tamanho da caneca, resolvi passar a gramas. Fui colocando no copo medidor, outro acessório que utilizo em vez da balança, e assim aqui está a receita, tal como faço sempre. Este fubá comprei numa loja que descobri à pouco tempo, que serve produtos confecionados mas também vende os ingredientes para fazer os pratos típicos brasileiros. Noutra altura, teria feito o bolo com farinha de milho, que se compra em qualquer mercearia ou supermercado nacional.
 
150g de fubá (farinha de milho)
120g de farinha de trigo
1 colher e meia de fermento em pó
200g de manteiga
270g de açúcar
3 ovos
125 ml de leite misturado com 1 colher (sopa) de vinagre

Bata a manteiga com o açúcar na velocidade máxima da batedeira até obter uma mistura cremosa. Adicione as gemas e continue a bater até ter uma consistência homogénea. Aos poucos peneire as farinhas com o fermento sobre este creme e vá mexendo até estar tudo bem incorporado. Acrescente o leite que entretanto terá coalhado ligeiramente. Bata as claras em castelo e adicione a esta mistura com o auxílio da vara de arames. Suavemente para não perderem volume.

Vai ao forno pré-aquecido a 180º em forma untada e enfarinhada, durante uns 35 minutos (este tempo varia conforme os fornos).
Desenforme e… Bom apetite



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2 de dezembro de 2017

Gingerbread


Já uma vez contei aqui a história do Gingerbread Man. É um boneco do qual gosto imenso, nem sei bem porquê, mas são muitos anos a ver filmes americanos com toda aquela atmosfera tão natalícia e estas coisas acabam por ficar. Tanto assim que resolvi recriar a proposta da Tilda. Fiz com 17 cm de altura e ficou esta ternura que a foto mostra.
 
Bem querido para enfeitar o Natal ou para um miminho de oferta. Preparo-me para fazer mais, ao estilo fornada. Encomendem, ainda vão a tempo.



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23 de novembro de 2017

Para mim

O que é que se faz  com uma retalho de 1,40cm x 1,18cm?
Tanta coisa... mas neste caso tinha um tecido fininho de algodão, muito fino mesmo (embora na foto não se perceba) e pensei logo numa écharpe.
 

Fiz uma bainha muito fina a toda a volta e cosi nas duas extremidades mais estreitas uma renda delicada em tons de pérola...


... e eis a minha encharpe!


Aconchegante para usar com as pontas em bico e uma volta no pescoço. Ou mesmo em triângulo com as pontas caídas para a frente.

Tentei fazer uma foto com a écharpe colocada, mas o jeito para selfies não é nenhum..

E assim fiquei com mais uma para a minha (enorme) coleção. Única, porque foi feita de impulso e com o que tinha no momento. As medidas ficaram sujeitas ao tecido disponível e gostei imenso do resultado.

Acho que vou usá-la já...



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14 de novembro de 2017

O Palácio da Pena

Localizado no cimo da Serra de Sintra, consegue ser avistado bem ao longe e também a partir dele se avistam bastantes quilómetros em redor. Famoso pela sua forma peculiar, fruto de construções em várias etapas, não admira que tenha sido considerado pela European Best Destinations como o melhor castelo da Europa, de entre uma lista de 15 opções diferentes.
 
Curiosamente, e embora seja visível ao longe, quando nos aproximamos fazêmo-lo por caminhos entre a vegetação, razão pela qual é esta a imagem mais próxima depois de uma longa caminhada e de uma paragem a meio (pelo menos para mim, que já estava sem fôlego).


Passando a entrada principal, há toda uma visita a fazer, impossível de descrever num só post. É um espaço realmente único, cheio de caminhos. corredores e pátios diversos. Respira-se uma atmosfera típica de um conto de fadas, onde vários estilos predominam num entrelaçar de edifícios coloridos e ainda fachadas cobertas a azulejo.






E por dentro? Várias salas estão abertas ao público mas a sua luz não me permitiu fotografar em condições. Sem poder usar flash e sem tripé, não ficaram apresentáveis, excepto talvez a cozinha, que é um espaço deslumbrante e nos remete imediatamente para uma época em que é fácil imaginar a preparação de banquetes reais.



Por tudo isto e por muito mais que fica por dizer, convido todos a visitar o Palácio da Pena. Aproveitem e deem também um pulinho ao Castelo de Sintra, pois existem caminhos que levam lá directamente. Preparem-se, pois provavelmente haverá vento e certamente algum frio, mas acreditem que valerá o esforço. Neste dia não estava nevoeiro e podemos apreciar a paisagem muito para além do castelo, aqui fotografado a partir do Palácio.


É assim, palácios e castelos não faltam no nosso país, e motivos para uma visita também não. Se quiserem mais informações, o site oficial tirará todas as dúvidas.
 
Gostaria de ter a opinião de quem já visitou ou espera conhecer um dia, este lugar. A caixa de comentários está à vossa espera, contem-me tudo.
 
 
 
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30 de outubro de 2017

O Castelo de S. Jorge

Já sabem que, de vez em quando, gosto de fazer de turista na minha própria cidade. Portanto, no fim de semana fui visitar um local que é um dos ex-libris da Lisboa: o Castelo de São Jorge.
Muitos de vocês já o conhecem. Mas, se me permitem, gostaria de mostrar um pouco deste local a quem ainda não visitou, até porque muitos dos que me lêem estão bem longe e ainda não tiveram oportunidade de conhecer Lisboa.
 
 
O castelo fica situado numa das sete colinas de Lisboa e a panorâmica é simplesmente deslumbrante. Consegue-se avistar duas pontes que atravessam o Tejo, a outra margem, todo o casario que se foi aglomerando em volta da fortificação e, mais ao longe, outros monumentos que estão por toda a capital.
 






Entretanto, caminhamos pelas muralhas, atravessamos pátios e descobrimos a cidade por outros ângulos. LINDO!



Sendo que este castelo foi todo reconstruído, há espaço para homenagear grandes personalidades da história: D. Manuel, o Venturoso  e D. Afonso Henriques, fundador da nação, respectivamente.


É um sitio imponente, pleno de séculos de história e que parece observar Lisboa do alto da colina. Para terem outra perspectiva, aqui fica uma foto mais antiga, tirada de um outro miradouro, o de S. Pedro de Alcântara, no Bairro Alto.

 
É assim Lisboa, uma cidade com colinas, num total de sete. Com arte, história, e tanto para visitar. Se quiserem saber mais sobre o castelo, visitem este site, lá encontrarão toda a informação necessária.
 
Boas visitas!
 
 
 
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20 de outubro de 2017

Bolo de chocolate

Costumo chamar-lhe Bolo Rústico de Chocolate, porque é um bolo diferente, denso, que não leva farinha, mas sim bolachas picadas. Usei as que tinha em casa, que são muito parecidas com as "Maria". Não têm açúcar mas como não gosto das coisas demasiado doces, não acrescentei mais açúcar à receita, para além do habitual, ou seja: fiz como faço sempre com as bolachas tradicionais.




 
Bolo                                                                                      Cobertura

400 gr. de bolachas tipo Maria                                             150 gr de chocolate de culinária
200 gr. de açúcar                                                                  5 colheres (sopa) de natas
150 gr. de manteiga (com sal)                                              açúcar q.b.
180 gr de chocolate de culinária
6 ovos
Essência de amêndoa
3 colheres (sopa) de água
1 colher (chá) de fermento
 
 
Bata em creme a manteiga com o açúcar e as gemas. Adicione o chocolate derretido num pouco de água (pode fazê-lo no micro-ondas). Junte a essência de amêndoa (pode substituir por essência de baunilha), as bolachas picadas e o fermento. Bata as claras em castelo e adicione delicadamente ao preparado anterior.

Vai a cozer a 180º em forma lisa, untada e enfarinhada, durante 30 minutos - atenção que este tempo pode variar, dependendo do forno, convém ir verificando.

Faça a cobertura derretendo o chocolate no micro-ondas, misture o açúcar e as natas. Verta sobre o bolo depois de frio e desenformado.

 Bom apetite
 
 

Obs.: este é um bolo de chocolate tão bom, mas tão bom, que uma pessoa até se esquece das calorias...
 
 
 
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3 de outubro de 2017

Curiosidades

 E hoje, depois de tirar uma foto para dar os bons dias on line, deu-me uma certa curiosidade...


Embora a frase que sempre tenho ouvido é "Não bate a bota com a perdigota", procurei informação para tentar saber a origem desta expressão tão peculiar e que se usa normalmente quando se está perante alguma suspeita, quando duas situações ou narrativas não batem certo.
 
A informação é escassa mas, pelo que me pude aperceber, originalmente a frase era diferente. Assim, teríamos: "Não bate a cota com a perdigota" sendo que cota se refere à mira da espingarda de caça e perdigota, à perdiz ainda jovem. Por razões de semelhante fonética a expressão evoluiu para aquela que tão bem conhecemos hoje.
 
Uma pequena curiosidade, apenas para começar o dia. Fiquem bem.
 
 
 
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22 de setembro de 2017

Lá vem o outono...

 
Os dias mais curtos, a luz mais suave, o casaco de malha que apetece. Chega devagarinho para nos aconchegar.



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17 de setembro de 2017

A felicidade pode ser simbolizada por uma andorinha. Um desejo, uma esperança, um acreditar.
 


Que o amor esteja sempre presente, nesta jornada que agora se inicia. Muitas felicidades, J. e L.




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14 de setembro de 2017

Semifrio de maracujá

Nesta altura do ano ainda apetece doces bem fresquinhos e a receita de hoje pode até ir ao congelador antes de servir.



1 pacote de bolacha Maria
manteiga
2 pacotes de natas (= 400 ml)
5 folhas de gelatina incolor
1 lata de leite condensado
1 lata de polpa de maracujá (565 gr. peso escorrido)

Faz-se uma base da maneira habitual, com a bolacha Maria triturada e manteiga. Coloca-se na forma de fundo amovível e leva-se ao frigorífico para refrescar.

Eu gosto de ver o interior do semifrio liso e as sementes do maracujá na cobertura. Para isso será necessário separá-las. Como tenho que ter um quarto do conteúdo da lata para a cobertura, aproveito e separo usando um coador de chá.
 
Faz-se o recheio: batem-se as natas bem firmes, junta-se o leite condensado e os tais 3 quartos da polpa de maracujá, onde já se dissolveram 3 folhas de gelatina previamente hidratadas.
Vai ao frigorífico para solidificar um pouco. Entretanto, hidratam-se 2 folhas de gelatina e dissolvem-se na restante polpa de maracujá que se havia previamente reservado com as sementes.
 
Deixar "prender" um pouco e colocar cuidadosamente por cima do semifrio.
 
Como de costume, desenformar apenas no dia seguinte e servir bem fresco.
Bom apetite.



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12 de setembro de 2017

Um lugar especial

Existem sítios únicos e perspectivas diferentes. Hoje gostaria de vos mostrar um lugar do qual muitos já viram imagens, mas a partir de um outro ângulo.
 
A Tapada Grande é um pequeno paraíso situado na Mina de S. Domingos, concelho de Mértola. Numa das extremidades foi desenvolvida a Praia da Albufeira, uma praia fluvial muito frequentada no verão por gentes locais e pessoas vindas de fora. Mas se nos afastarmos da zona com mais movimentação, o que é que encontramos? Uma paisagem simplesmente deslumbrante! Uma calma e um silêncio que nos permite apreciar o quanto a natureza é bela e nos transmite aquela tranquilidade profunda.
Nem vou acrescentar mais nada, as imagens falam por si ...
 







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7 de setembro de 2017

As bonecas estão de volta

Já há algum tempo apresentei aqui umas bonecas fofas que havia desenhado. Na altura fiquei com vontade de fazer mais e foi o que aconteceu entretanto.
Para já tenho estas disponíveis para envio e quem quiser adquirir alguma só tem que enviar mail.
 





 
Sei que sou suspeita para falar, mas quando olho para elas acho-as tão fofas que se fosse criança iria querer uma para dormir agarradinha. São 40 cm de ternura para acompanhar no sono ou levar para todo o lado. Quem for crescido e tiver uma criança no seu coração também irá com certeza gostar delas.
O que acham? Fico à espera da vossa opinião...



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